Não importa sequer se vamos

3172

Apeteces-me_156F2

Há dias em que ficar é o melhor que podemos fazer. Há dias em que não adianta correr atrás do que queremos. Em que não importa se vamos depressa ou devagar. Não importa sequer se vamos. Há dias em que o silêncio ajuda a entender o porquê das coisas. E nos explica, de uma forma que não precisa de palavras, qual o nosso erro maior. Aquele que nos limita, que nos amarra os sonhos, que nos mete um medo urgente de falhar em cada pequeno passo que damos.

Há dias em que ficar é aquilo que temos maior obrigação de fazer — por nós próprios. E a forma mais verdadeira de lidarmos com os nossos medos.

PARTILHAR
Artigo anteriorFicar assim
Próximo artigoFica contigo
Laura Almeida Azevedo
36 anos. Apaixonada por palavras, desenho e comunicação. Viciada em música e chocolates. Fascinada por pessoas, emoções e cidades grandes. Licenciada em Jornalismo. Designer gráfico, ilustradora e autora do livro «Apetece(s)-me». E a desafiadora-mor da plataforma de escrita criativa: Desafio-te.