Amor cego

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Todos os dias. A qualquer instante. Sem palavras suficientes que digam aquilo que sinto. Sem razão que modere a minha urgência por ti. Sem balanças que equilibrem esta paixão — e os meus atos, as minhas decisões galopantes a sangue quente.

Todos os dias. Frágil. Debruçada sobre a razão. Com as mãos a ferverem-me na pele. E com este meu coração quente a saltar-me do peito.

[Presa. Metida neste meu amor cego por ti.]

Designer, ilustradora, copywriter e autora. Apaixonada por comunicação, pessoas e cidades grandes. Uma portuguesa a viver em Londres.

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